Uma potência imperialista bombardeia e invade uma nação latino-americana para saquear e roubar suas riquezas naturais. A história se repete como farsa. A extrema-direita brasileira, em servidão canina aos interesses de Washington, afirma que o objetivo é a derrubada de um cartel e de uma ditadura para a instauração de uma democracia. “Liberdade!”, latem os mesmos que defendem golpes e ditaduras militares. A própria Casa Branca não demorou para afirmar, sem a menor desfaçatez, que o fundamento real de seu terrorismo de Estado nunca foi baseado em democracia ou ditadura. Isso foi apenas um verniz usado para justificar seus interesses econômicos e estratégicos na América Latina — em especial, o interesse no petróleo da Venezuela, a maior reserva do mundo. Trata-se, também, de uma atualização da Doutrina Monroe: manter a América Latina dentro de sua zona de influência diante do avanço das relações da região com China e Rússia. Os falsos nacionalistas brasileiros, entusiasmados e exta...
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