O Comitê de Cultura lançou uma nota denunciando a delinquência do secretário de Cultura, o sr. Daniel “Chinfrim” Vasconcelos: falta reuniões agendadas, quebra acordos e despreza as proposições do comitê.
Composto por trabalhadores da cultura, o Comitê tenta lançar a pedra fundamental da política cultural do município, inexistente até então.
A nota questiona. “Os motivos? (da Secretaria faltar com suas obrigações) Ninguém sabe! Assim como não se sabe os motivos da gestão não reagir às demandas apresentadas pelo setor cultural. Bem como não se conhecem os motivos pelos quais a política cultural de Maracanaú não é definitivamente composta e apresentada pela gestão municipal, muito menos realizada em diálogo com as trabalhadoras e os trabalhadores da cultura da cidade”.
Ora, os trabalhadores da cultura, assim como outros setores classe trabalhadora, não podem ignorar a guerra que os capachos da classe dominante local declaram ao povo maracanauense! Aí estão os motivos de tanto descaso! Essa canalhada que chamamos de “representantes”, Prefeito, Vereadores e Secretários, não passam disso. Eles fazem um cerco ao povo, reduzindo sua saúde e inteligência ao mínimo, deixando-o vivo o suficiente para trabalhar e se reproduzir. O projeto é reduzir o maracanauense à animalidade -- periferia é assim! Não esperem cavalheirismos dessa gentalha que recebe cargos comissionados nas Secretárias. Eles não seguem os protocolos, as leis e os regulamentos do ofício. Estão em guerra! E cultura é uma arma que não vão entregar nas mãos do povo de boa vontade. Por isso fecham bibliotecas, e deixam o Teatro Dorian Sampaio morto, sem função. Não espere da Secretaria de Cultura de Maracanaú senão: conta gotas para a classe trabalhadora; cachoeiras para as frações da classe dominante, como os empresários da indústria musical e as igrejas. Não duvidemos da perícia dessa cambada em enganar, criar esperanças, e amansar os agitadores sociais ocupados da causa. Não sejamos ingênuos! Eles seguem prescrições rígidas do Prefeito e seus beneficiados. Os trabalhadores da cultura estão disputando um cabo de guerra. Disputando a gestão do orçamento público da cultura, com uma escória avarenta habituada à delinquência e ao desprezo a causas populares. Temos de ter clareza da luta de classe concreta aqui no Município, sem ilusões, e nos colocarmos a altura dessa guerra. Temos de conhecer o inimigo e seus motivos. E contra eles, somar as forças de todos os interessados no bem estar do povo maracanauense, por meio da conscientização da gravidade do problema, convocando manifestações massivas e agressivas. Só assim puxaremos ao máximo a gestão para os interesses dos trabalhadores. Só assim forçaremos a Prefeitura inaugurar uma política cultural de vergonha.
A FRM está nessa luta! Unidos ficamos de pé, sozinhos cairemos.

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